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O ganha e perde da vida...


É...
E hoje é meu aniversário...
Assim como poderia ser o seu...
E é engraçado, nessas horas é que a gente fica naquela paranóia...
Os que são jovens querem logo envelhecer
Mais um ano, mais um ano....
Para poder fazer as tolices que os mais velhos fazem...
Os mais velhos sonham em voltar a infância e voltar a fazer o que se fazia quando era criança...
Repetir os erros, mas só os que valeram a pena...
Tomar atitudes diferentes para pessoas diferentes...
Não magoar as pessoas ou pelo menos tentar não magoar...
Acho que é por isso que o lá de cima não faz isso...
É fácil querer consertar vasos que nunca se quebraram 
Difícil mesmo é juntar os cacos, sentar no chão e lembrar onde cada pedacinho estava...
E não se engane pelo peso do texto
Hoje sim é um dia de alegria
Mas sem esquecer que também é um dia de reflexão
De lembranças...
É quando chega um dia desses que você olha para trás e acaba se dando conta
de uma série de realizações em sua vida...
Começa a reparar mais nos relacionamentos 
E passa a esquecer um pouco das coisas do mundo.
Hoje tudo se passa com você
E lembre-se: Por mais confuso que pareça o que escrevo a você
(ou seria a mim mesmo?)
Hoje é o dia em que as atenções são voltadas a você
Então aproveite acima de tudo
Mais vale aquela máxima
"Carpe Diem" meu amigo "Carpe Diem"
E que hoje seja tão normal quanto qualquer outro dia inesquecível para você!


Cara Criativo

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Por que???



De todas as perguntas relevantes relacionadas ao esporte que praticamos - Como você começou? A quanto tempo pratica? Ainda não cansou? Quanto pagou na bicicleta? No tênis? Na sunga? Ganhou a prova? Por que não? Melhorou o seu tempo? Não? Ganhou do fulano? Não? Por que não vai praticar outro esporte onde você possa ganhar alguma coisa? Você tem algum problema? - uma é essencial por trazer na sua esteira todas essas, e mais algumas. E é justamente essa pergunta essencial que mereceria de cada um de nós uma resposta honesta - se não para os outros , ao menos para nós mesmos:

Por que você pratica esporte?

Isso não tem, veja bem, nada a ver com "por que você começou a praticar esporte". Tem mais a ver com "porque você continua praticando esse mesmo esporte há tanto tempo?"

O que o leva a deixar emprego, compromissos e família em segundo plano durante uma, duas, três horas por dia, cinco vezes por semana, anos após ano, e fazer do corpo em movimento sua religião? O que o leva a cobiçar o rótulo de "atleta", ainda que sem o carimbo de "Elite" ou "Profissional" estampado, porém muitas vezes com mais paixão e ardor que os próprios Elite e Profissionais?

Embora eu não me recorde de jamais ter feito essa pergunta diretamente a nenhum atleta - Amador, Elite ou Profissonal - já ouvi conversas suficientes para ter uma boa idéia.

- Porque me faz bem;
- Porque eu preciso perder peso;
- Porque o médico mandou;
- Para ter saúde;
- Para não enlouquecer;
- Para aliviar o stress;
- Porque eu adoro competir;
- Porque eu adoro treinar;
- Porque eu não agüento a minha mulher (ou meu marido);
- Porque senão eu fico de mau humor;
- Para fazer parte de um grupo.


Essas, e outras similares, são as justificativas que costumamos dar a terceiros. São de fácil digestão, tanto para quem fala como para quem escuta. E são também, cada uma na sua proporção, verdadeiras.

Mas aos meus olhos e ouvidos, não são toda a verdade.

Para que a verdade possa vir à tona, seria necessário ouvir a resposta completa que cada um dá a si mesmo diante dessa pergunta, que passaria a ser então:

Por que eu pratico o meu esporte?

O que eu busco, ou ganho, além de bem estar, sanidade, saúde, peso controlado, medalhas, tapinhas nas costas, jantares com a turma, uniformes coloridos e olhares de admiração dos sedentários? Deve haver algo mais! Afinal, a prática do esporte, em mais de um caso, acaba nos fazendo justamente perder o cobiçado bem estar ("tô passando mal de tanto treinar"); a prometida sanidade ("o ritmo hoje foi insano"), a almejada saúde ("me lesionei de novo"), o santo peso ideal ("olha como ele tá magro"), os jantares ("to cansado demais pra sair"), os uniformes ("vou rasgar essa mer**). Em troca de tapinhas nas costas, cotoveladas nas costelas. Olhares de inveja? De pena talvez, de inveja nem pensar.  Tudo sem que haja como contrapartida uma aproximação às medalhas, ou uma bonificação na hora de acertar as contas com a operadora do cartão de crédito. 

E se alguém acha que isso é besteira, afirmo que não está praticando esporte a tempo suficiente. Porque mesmo quem começa manso ("eu só quero manter a saúde") acaba cedo ou tarde se empolgando, afiando as garras e indo às vias de fato, seja batalhando consigo nos treinos ou enfrentando os outros nas provas.

Cedo ou tarde, o esporte deixa de ser amor e passa a ser guerra.

Portanto, tem algo mais sim. Algo um pouco mais profundo, menos nobre, e bem mais difícil de ser compreendido, situado depois dos motivos que nos levam a amar e antes das desculpas que nos conduzem à guerra.

À esses porquês insondáveis, deixo abaixo algumas das minhas próprias respostas. Não me orgulho particularmente da maioria, mas mesmo assim resolvi registrá-las todas. Na melhor das hipóteses, podem servir de exemplo para que alguém encontre os seus próprios motivos. E, na pior, para que alguém descubra muitas razões para não praticar esporte. Afinal, vários desses motivos estão por trás do que há de menos nobre e mais difícil de ser aceito no esporte em si.

- pratico esporte porque parte de mim é fúria, inquietação e raiva - que precisam ser consumidas;
- pratico esporte porque parte de mim são frustrações que podem ser compensadas pelo corpo em movimento;
- pratico esporte porque parte de mim é medo - de falhar, de perder, de não saber ganhar - e esse medo precisa ser enfrentado;
- pratico esporte porque parte de mim quer ficar em casa sem fazer nada, e porque outra parte maior ainda não quer tornar-se um cinquentão barrigudo, sedentário e conformado;
- pratico esporte porque como atleta posso vencer homens que me vencem fora do esporte, e isso faz bem à minha auto estima;
- pratico esporte porque parte de mim é compulsão, e prefiro correr, nadar ou pedalar demais do que fumar e beber demais;
- pratico esporte porque penso muito, e o vento no rosto ou a água gelada me fazem sentir ao invés de pensar;
- pratico esporte porque parte de mim é fraqueza, e parte inconformismo diante dessa fraqueza;

Pratico esporte, enfim, porque parte de mim quer aplauso a todo custo; e outra parte, maior ainda, sabe que sou muito mais construção que obra pronta, longe ainda de ser aplaudida.

Retirado do Blog Max - Kona Bikes

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Torcida da Vida


Clique na imagem para ver a versão em video

Mesmo antes de nascer, já tinha alguém torcendo por você.
Tinha gente que torcia para você ser menino. Outros torciam para você ser menina.
Torciam para você puxar a beleza da mãe, o bom humor do pai.
Estavam torcendo para você nascer perfeito.
Daí continuaram torcendo...
Torceram pelo seu primeiro sorriso, pela primeira palavra, pelo primeiro passo.
O seu primeiro dia de escola foi a maior torcida. E o primeiro gol, então?
E de tanto torcerem por você, você aprendeu a torcer.
Começou a torcer para ganhar muitos presentes e flagrar Papai Noel.
Torcia o nariz para o quiabo e a escarola. Mas torcia por hambúrguer e refrigerante.
Começou a torcer até para um time. Provavelmente, nesse dia, você descobriu que tem gente que torce diferente de você.
Seus pais torciam para você comer de boca fechada, tomar banho, escovar os dentes, estudar inglês e piano.
Eles só estavam torcendo para você ser uma pessoa bacana.
Seus amigos torciam para você usar brinco, cabular aula, falar palavrão. 
Eles também estavam torcendo para você ser bacana. Nessas horas, você só torcia para não ter nascido.
E, por não saber pelo quê você torcia, torcia torcido.
Torceu para seus irmãos se ferrarem, torceu para o mundo explodir.
E, quando os hormônios começaram a torcer, torceu pelo primeiro beijo, pelo primeiro amasso.
Depois começou a torcer pela sua liberdade.
Torcia para viajar com a turma, ficar até tarde na rua.
Sua mãe só torcia para você chegar vivo em casa.
Passou a torcer o nariz para as roupas da sua irmã, para as idéias dos professores e para qualquer opinião dos seus pais.
Todo mundo queria era torcer o seu pescoço.
Foi quando até você começou a torcer pelo seu futuro.
Torceu para ser médico, músico, advogado.
Na dúvida, torceu para ser físico nuclear ou jogador de futebol. Seus pais torciam para passar logo essa fase.
No dia do vestibular, uma grande torcida se formou. Pais, avós, vizinhos, namoradas e todos os santos torceram por você.
Na faculdade, então, era torcida pra todo lado. Para a direita, esquerda, contra a corrupção, a fome na Albânia e o preço da coxinha na cantina.
E, de torcida em torcida, um dia teve um torcicolo de tanto olhar para ela.
Primeiro, torceu para ela não ter outro. Torceu para ela não te achar muito baixo, muito alto, muito gordo, muito magro.
Descobriu que ela torcia igual a você. E de repente vocês estavam torcendo para não acordar desse sonho.
Torceram para ganhar a geladeira, o microondas e a grana para a viagem de lua-de-mel.
E daí pra frente você entendeu que a vida é uma grande torcida.
Porque, mesmo antes do seu filho nascer, já tinha muita gente torcendo por ele.
Mesmo com toda essa torcida, pode ser que você ainda não tenha conquistado algumas coisas.
Mas muita gente ainda torce por você!
"Se procurar bem você acaba encontrando. não a explicação (duvidosa) do mundo, mas a poesia (inexplicável) da vida."
Eu torço por você...

Carlos Drummond de Andrade 

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Dias dos Namorados



E ontem foi nosso dia... mas será mesmo que ontem pode representar tudo o que sinto por você? Tantas experiências passadas juntos, tantas coisas vividas, dificuldades, problemas, alegrias, sonhos compartilhados... é até mesmo difícil não expressar nesse dia o que eu realmente sinto por você. Mas será que precisa mesmo ser só nesse dia? A construção de um relacionamento não se dá através do convívio, das conversas, da rotina que se estabelece entre duas pessoas e que acaba culminando em uma prazerosa ligação mútua que define a prosperidade da relação e não somente o apelo físico ou sexual, que certamente é muito importante entre dois indivíduos mas que acaba com o tempo e sobra somente as risadas, carinhos, elogios, respeito e amor verdadeiro um pelo outro. Será que isso é o que nos basta?
Queria deixar hoje, um dia depois do dia dos namorados, um questionamento sobre o que define uma relação duradoura. Olhe para a pessoa que você tem ao seu lado, olhe mesmo, bem no fundo dos olhos dela e diga a si mesmo antes de dizer para ela que ela é a pessoa mais linda, mais perfeita, que você a quer sempre ao seu lado, mesmo com problemas, mesmo a pessoa sendo complicada, mesmo com alegrias e tristezas. Você precisa ter essa certeza pra si antes de passar alguma para o outro. Se por algum momento achar que o tempo, ou qualquer outro fator poderá mudar o que você sente ai dentro do seu coração, infelizmente esse sentimento não é forte o suficiente para aguentar um dos principais problemas da relação, o dia a dia.
Bem, é evidente que não posso escrever aqui somente questionamentos e dúvidas, preciso  dizer também que é muito importante amar, amar é um sentimento que alimenta de uma certa forma, uma forma que não há como se explicar mas que alivia tensões, alegra o coração e faz bem pra saúde.
Ame!
Ame com todas as suas forças!
Seja e faça com o outro o que você quer que faça com você!
Lembre-se de que até mesmo na bíblia fala-se que o amor é algo divino,
então não se sinta retraído em expressar o que sente!
Apaixone-se de novo e de novo, todas as vezes que o amor estiver à fenecer!
E viva uma relação maravilhosa como se nunca deixasse de ser namorado ou namorada!

Cara Criativo


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